More: a oportunidade de fazer ciência aplicada à agricultura

Por Deifil

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A Deifil, empresa pioneira na produção de plantas in vitro em Portugal, aposta cada vez mais na investigação e desenvolvimento tecnológico, focando a necessidade de desenvolver plantas adaptadas ao território nacional, altamente produtivas, que possam ser exploradas pelos agricultores portugueses, para que rentabilizem os seus terrenos e contribuam para o aumento da produção agrícola nacional. 

A Deifil, localizada em pleno coração do Minho, identifica nesta região uma série de aspetos que são comuns a todos os territórios nacionais e europeus de montanha. 

As regiões de montanha são ecossistemas únicos que possuem um enorme potencial para serem explorados.

Apesar de serem locais emblemáticos, ricos em biodiversidade e fontes privilegiadas de recursos naturais, os territórios de montanha são conhecidos pela baixa densidade populacional, mercados de escala reduzida, baixa produtividade e produtos de baixo valor acrescentado. 

Com o objetivo de explorar e capacitar estas regiões de montanha, surge o MORE – Laboratório Colaborativo Montanhas de Investigação, uma associação que pretende revolucionar as regiões de montanha portuguesa através da junção de centros de investigação, politécnicos, universidades e empresas. 

Dentro do Instituto Politécnico de Bragança, o CIMO (Centro de Investigação de Montanha) liderado pela professora e Investigadora Isabel Ferreira, é reconhecido mundialmente por toda a investigação na área de montanha que tem vindo a desenvolver ao longo dos tempos e cujo impacto na região é enorme. Todo este know-how existente é de extrema relevância para potenciar o desenvolvimento do MORE. 

A Deifil integra assim este novo desafio com grande entusiasmo e vê no MORE – Laboratório Colaborativo Montanhas de Investigação uma oportunidade de fazer ciência aplicada à agricultura, com a exploração de novas plantas e produtos associados a plantas, que possam depois serem reproduzidos em grande escala no laboratório da Deifil e disponibilizados aos agricultores.

É com grande orgulho que a Deifil faz parte do MORE, da qual é associado fundador e membro da Direção. 

É constante a aposta de Deifil no IDT ao longo dos tempos. Desde que foi fundada a empresa até ao momento, já desenvolveu ID na área da micropropagação vegetal de meia centena de plantas, que posteriormente foram comercializadas e disponibilizadas a viveiros e agricultores. 

Além do ID que desenvolve no seu laboratório, tem um número considerável de parcerias, que vão desde escolas profissionais agrícolas, escolas superiores agrárias, universidades e associações. 

Acreditando que o futuro passa pela aposta na produção nacional e nos nossos investigadores, a Deifil acolhe anualmente alunos de vários níveis de ensino, dando-lhes a oportunidade de fazer ciência em contexto empresarial, uma oportunidade única no nosso país, sendo que, um número considerável de ex-alunos faz parte atualmente do corpo de colaboradores da empresa. 

Da investigação desenvolvida até ao momento já surgiram diversos trabalhos publicados, nomeadamente uma dissertação de mestrado na área dos frutos secos, trabalho que está a ter continuidade e do qual surgirá uma segunda dissertação. 

A aposta em novos produtos é constante, e os frutos secos são sem dúvida uma grande aposta. Amendoeira, Nogueira, Aveleira, Pistácio, Castanheiro, são as culturas de eleição para diversos estudos que vão desde a cultura in vitro à seleção de genótipos mais produtivos e comercialmente interessantes. 

Além das parcerias nacionais, a Deifil possui parcerias internacionais com empresas de melhoramento genético, com as quais participa em programas de melhoramento genético com o objetivo de no curto/médio prazo serem obtidas novas variedades de plantas com elevado interesse comercial. 

É necessário continuar a apostar no ID para tornamos o nosso país mais competitivo e gerar riqueza na região. O trabalho é árduo e é sempre feito por pessoas, em equipa. Por esse motivo, é importante fomentar o espirito de coesão da equipa de colaboradores, promover o seu bem-estar no trabalho, dar-lhes boas condições de trabalho e promover o seu espírito crítico e criatividade. 

(continua)

Nota: Artigo publicado na edição impressa da Agrotec 27.

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