COOPVAL inaugura investimento de €6 milhões em central de fruta

 A Cooperativa Agrícola dos Fruticultores do Cadaval (COOPVAL), a maior organização de produtores de Pera Rocha, comemora o seu 50º Aniversário com a inauguração de um investimento de “seis milhões de euros”. 

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Texto: Ana Catarina Monteiro

No ano em que comemora 50 anos desde a sua constituição, a Cooperativa Agrícola dos Fruticultores do Cadaval (COOPVAL) reformula a sua imagem e moderniza a central fruteira. O espaço foi alvo de um investimento de seis milhões de euros para ampliação do espaço de armazenamento e automatização dos processos de embalamento, revela em comunicado a cooperativa.

O equipamento será inaugurado esta terça-feira (23 de julho) pelo ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos, no âmbito das comemorações do 50º aniversário da organização de produtores de Pera Rocha, que conta com cerca de 300 associados.

A renovada central, que ocupa 24 mil metros quadrados, conta com mais de seis dezenas de câmaras frigoríficas com capacidade para receber 25 mil toneladas de fruta (especialmente pera Rocha mas também maçã).

A COOPVAL dotou o espaço de processos robotizados que permitem, por um lado, “maior precisão e automatização no embalamento e, por outro, maior rigor na seleção da fruta”, dá conta.

“Temos uma das maiores e mais modernas centrais de fruta do país, capaz de dar resposta aos desafios vindouros, que acreditamos ser de crescimento. Ao olharmos para a frente, no momento em que celebramos o passado, estamos a assumir perante sócios, clientes e consumidores o compromisso de que pretendemos continuar no caminho da modernidade e da expansão”, afirma Aristides Sécio, presidente da cooperativa nascida no Cadaval, na região do Oeste, em 1969.

O refresh da imagem institucional e da marca COOPVAL insere-se neste movimento de modernização e foi desenvolvido no âmbito do projeto PME Internacionalização, mantendo os elementos que sempre caracterizaram a COOPVAL, a pera e maçã.

“Para nós, era muito importante continuar a reforçar a nossa fruta e, sobretudo, a sua origem portuguesa, sem beliscar a relação histórica que temos com os nossos atuais distribuidores e clientes. Mas, ao mesmo tempo, sentimos necessidade de evoluir e de ir ao encontro das tendências para chegar a novos clientes, mais exigentes e atentos aos valores das marcas”, descreve Aristides Sécio.