“Desenho” de um campo para produção de pequenos frutos

Vivemos hoje num mudo com poucas barreiras, a rapidez na troca de informações tornou tudo mais acelerado e mais competitivo no campo profissional.

Publireportagem Cotesi | Suplemento Pequenos Frutos 23

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Existe muito mais informação ao nosso alcance mas, em paralelo, os mercados e as empresas nfrentam ciclos mais curtos e dentro desses ciclos enfrentam desafios que exigem que cada empresa consiga identificar o que é capaz de fazer melhor, obrigando a mesma a procurar a forma mais valorizada para concretizar esse seu produto ou serviço e assim conseguir manter-se na liderança e no sucesso.

A COTESI dedica-se há cinquenta anos a produzir, comercializar e a inovar nos ramos da agricultura, pescas e indústria. Sempre procurou inovar à medida que os seus clientes procuravam e necessitavam de novas e excelentes soluções.

Encontrar novos mercados geográficos, mercados adjacentes ou a servir os seus importantíssimos clientes com produtos que paralelamente fazem sentido, é uma forma de trabalhar que ainda hoje está fortemente vincada na nossa cultura empresarial.

Ser o primeiro a conseguir dar este tipo de “pulo” tem sido fundamental na nossa adaptação ao “novo mundo”.

Após este enquadramento e falando de Pequenos Frutos, neste artigo focamos as nossas ideias no“desenho” de um campo para produção de pequenos frutos seja de um, vinte hectares ou mais.

Essencialmente um campo para pequenos frutos deve ser pensado de forma a conseguir uma boa produtividade tendo em conta objectivos económicos.

A realização de investimentos visando maior retorno e sustentabilidade económica ou a renovação dos sistemas de produção essenciais à procura do acréscimo da produtividade, devem possibilitar que o produtor obtenha o seu retorno e melhore as condições em que os bens são produzidos e colhidos.

Igualmente para além dos rendimentos deve-se ter em conta outros objectivos básicos. Um campo bem pensado e “integrado” vai proporcionar melhor produção, maior produção, melhor desenvolvimento, melhor sanidade e melhores condições de colheita.

A “integração” no desenho de um campo ajuda a atingir uma produção mais satisfatória do ponto de vista técnico, económico e prático.

Um sistema de produção e protecção de pequenos frutos, bem como muitos outros sistemas agrícolas ou hortofrutícolas, deve ser pensado para permitir que as plantas cresçam dentro do melhor espaço possível adaptado e pensado para cada cultura ou mesmo para cada variedade. 

As estruturas devem ser pensadas para proporcionarem e optimizarem vantagens. Por exemplo: postes tutores com a altura correcta para cada cultura devem naturalmente ser de dupla aptidão ou seja, devem ter a altura suficiente para a condução da cultura mas também para o suporte correcto de fruta produzida, facilitação da colheita e o suporte de redes anti escaldão.

O custo acrescido de cada uma destas funções é de uma percentagem baixa mas o custo de não ter em conta estas funções pode acarretar outros custos (ou prejuízos) avultados.

(Continua)

Nota: Artigo publicado na edição n.º 23 do Suplemento Pequenos Frutos.

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