AGROTEC 18: Revolução na Pastagem

Com o conceito de “crise” instalado junto dos produtores pecuários, estes veem-se agora obrigados a olhar para alternativas de forma a obterem de volta a sua merecida rentabilidade.
Uma prova da procura destas alternativas é o aumento do interesse dos criadores de animais pelos regimes extensivos e pelo pastoreio, assistindo-se, nomeadamente, à introdução de novas espécies pratenses e forrageiras.

De entre estas, as plantas super produtivas de fotossíntese C4, de origem subtropical, têm ganho o maior destaque vendo as suas áreas crescer muito rapidamente. Erva do Sudão, Paínço, Maralfafa e Nutrifeed são algumas das alternativas que prometem dar que falar num futuro próximo. Tudo para ler na secção "Prados, Pastagens e Forrangens" da AGROTEC nº 18.

Na Zootecnia, o destaque vai todo para a produção de Carne de Porco Alentejano: “Esta raça foi sendo melhorada ao longo dos tempos pela sua aptidão adipógénica, tendo a capacidade de acumular e infiltrar gordura entre as massas musculares e no interior do músculo, qualidade tão desejada por conferir características organoléticas e apresentações únicas aos produtos transformados, como os conhecidos presuntos de Barrancos DOP, enchidos e carne de Porco Alentejano”, pode ler-se na introdução do artigo.

Nos Cuidados Veterinários está presente a “Importância dos Protocolos de Avaliação” e o “Parasitismo em Explorações Pecuárias do Noroeste de Portugal”
Na Proteção de Culturas, destaque para os Bioinseticidas e a medição da eficácia dos extratos de plantas no controlo de insetos.
A secção “Nutrição Vegetal” da AGROTEC 18 está repleta de artigos de relevo. Começa com um artigo de um autor de referência em matéria de fertilização: Joaquim Quelhas dos Santos. “O uso de Fertilizantes na Região Norte do País”. A adubação azotada do trigo em Portugal e a aplicação de Cinza como fertilizante na Agricultura são outros dos temas em destaque nesta Secção.
“Porta-Enxertos em Macieira”, “Conservação de Morangos com Utilização de Óleos Essenciais” e “Modernização e Competitividade nas Culturas Hortícolas” compõem a secção Hortofrutícola desta edição nº 18.

A política nacional para a utilização e arrendamento de terrenos agrícolas, o declínio do montado de sobro, ou o artigo de opinião de André Silva, Deputado do PAN – Pessoas, Animais e Natureza são outros assuntos em destaque.

Pequenos Frutos: Amoras com potencial económico crescente

“Amoras endémicas: um recurso natural a explorar”, “Caracterização de sementes de espécies endémicas de amora silvestre” e “Os ácaros fitófagos na amora em Portugal” são artigos que colocam este pequeno fruto em evidência na 14ª edição deste suplemento obrigatório para os produtores de pequenos frutos.

No capítulo das entrevistas, aparecem nesta edição a BeiraBaga, a Bagas de Portugal e a Horticina. A BeiraBaga é uma empresa que dispensa apresentações, trata-se de um dos maiores e mais antigos produtores de pequenos frutos em Portugal, sendo um dos grandes fornecedores da grande distribuição em Portugal. A Bagas de Portugal é uma nova Cooperativa, que nasce em Sever do Vouga, mas com uma postura nacional e os olhos postos além fronteiras. A Horticina é uma empresa produtora de mirtilos localizada na Galiza, com nada mais, nada menos do que 71 hectares de área de produção, e com planos de expansão.
Destaque também para a Tabela de Fenologia do Mirtilo em 2015, e para a reportagem sobre os 25 anos do mirtilo em Portugal – a não perder!
Por fim, as já habituais secções “B.I.” e “Mercados”, que nos mostra resultados animadores para os 3 pequenos frutos mais produzidos em Portugal: mirtilo, amora e framboesa.

Grandes Culturas: Experimentação Oficial de Variedades

Para ser comercializada, uma variedade de uma espécie cultivada tem de possuir uma denominação, ser distinta de todas as outras já existentes, ser homogénea e estável ao longo do tempo. Cada nova variedade é uma criação do respetivo obtentor. À Divisão de Variedades e Sementes (DVS) da DGAV cabe-lhe verificar a sua Distinção, Homogeneidade e Estabilidade (DHE); para as espécies agrícolas, é obrigatório ter um bom Valor Agronómico e de Utilização (VAU). Neste número da Grandes Culturas fique a saber sais os critérios de caracterização e avaliação de novas variedades.

Nesta edição do suplemento Grandes Culturas, destaque ainda para a “Avaliação Técnico-Económica da Mobilização do Solo na Cultura do Milho Grão”, “Rede de Ensaios de Adaptação de Arroz”, “Acompanhamento do Sistema de Rega para a Cultura do Milho: pivot VS gota a gota enterrada”, e para o artigo de opinião “OGM´s: porque não?”.

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Esta edição estará à venda, em banca, por todo o país. Para mais informações acerca dos pontos de venda mais próximos da sua área de residência, envie um email para redacao@agrotec.pt ou ligue para o 220964363.