3º Simpósio Nacional de Fruticultura na UTAD

simposio_nacional_fruticultura_2014_bannerIrá realizar-se na Aula Magna da UTAD, nos dias 4 e 5 de dezembro de 2014, o 3º Simpósio de Fruticultura, que conta com a organização da Associação Portuguesa de Horticultura (APH), da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), do Centro de Investigação e Tecnologias Agroambientais e Biológicas (CITAB) e do Centro Operativo e Tecnológico de Hortofrutícola Nacional (COTHN)

Os novos desafios que hoje se colocam à fruticultura – num mundo sem fronteiras onde a eficiência da estrutura produtiva terá que assentar na gestão sustentável dos recursos, apoiada em novas tecnologias que garantam uma produção segura de fruta, ajustada aos gostos e exigências do consumidor, e que não comprometa o equilíbrio do ecossistema da exploração frutícola e dos ecossistemas envolventes – são pressupostos que estarão sempre presentes nas abordagens trazidas ao simpósio. O ritmo constante de mudança que define as sociedades atuais e a aposta dos consumidores em produtos diferentes e originais, com efeitos benéficos na saúde, aumenta a complexidade e diversidade que caracterizam este setor.

Embora o nosso país seja deficitário na produção de fruta, é de consenso geral a existência de condições naturais únicas para a sua produção que têm permitido aumentar o nosso grau de autossuficiência e, simultaneamente, o crescimento das exportações. Os últimos dados do ProDeR 2010 – 2013 mostram que a Fruticultura é a principal atividade produtiva em termos de medidas de apoio ao investimento, com mais de ¼ de aprovações (4 250 projetos) e a segunda relativamente ao investimento apoia­do (563 milhões de euros).

Assim, pretende-se facultar a todos os interessados um contato mais próximo com a investigação científica e com a experimentação existente neste setor, fomentando a divulgação e intercâmbio de novos conhecimentos entre os fruticultores, técnicos e consumidores. É ainda uma oportunidade para sensibilizar os que têm gosto pela fruticultura, da necessidade de encararem a formação contínua ao longo da sua vida como ferramenta essencial que lhes permita adaptar-se às modernas tecnologias e às novas necessidades da comunidade.

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