Agrogarante promoveu debate sobre inovação em Braga

O Altice Fórum Braga – Centro de Congressos foi palco a 28 de março, de mais uma iniciativa “Conversas de Agricultura”, promovida pela Agrogarante.

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O tema em discussão foi “Inovação e competitividade”.

Na sessão de abertura, Carlos Oliveira, administrador da Agrogarante, começou por dizer que «este é mais um evento que aposta e reforça a nossa proximidade aos empresários.

«Constatamos o crescimento desta região (Braga) e é com grande orgulho e sentido de responsabilidade que organizamos este fórum», disse.

O responsável sublinhou que «esta é uma região na qual o setor primário se destaca e assume um papel de relevo, contribuindo de forma decisiva para o desenvolvimento da região e do país».

«Os vários subsetores têm crescido e evoluído de forma bem visível nos anos mais recentes, não obstante as várias crises. E este crescimento é fruto do trabalho de todos, com uma aposta bem clara na competitividade», reforçou.

Neste sentido, vincou Carlos Oliveira, a «Agrogarante pretende colocar em debate a inovação e a consequente capacidade do setor para acrescentar valor à produção gerando, dessa forma, vantagens competitivas».

«Nos dias de hoje é premente que as empresas se preocupem com a inovação, no equilíbrio permanente entre o presente e o futuro. Esta é uma região de grande potencial, onde projetos de grande valor têm vindo a ser concretizados e, por isso, temos acompanhado os nossos clientes e, em conjunto com a banca, apoiamos cada vez mais empresas e projetos viáveis. Consideramos de vital importância transmitir confiança no setor e sobretudo informar, esclarecer e apresentar alguns casos de sucesso que têm vencido nesta região», sustentou.

Também Beatriz Freitas, presidente do Conselho de Administração da SPGM, realçou que «a inovação e competitividade estão muito ligadas e são uma das grandes apostas do presente».

Para a responsável, «sem empresários que queiram inovar, não podemos ter esperança de ser competitivos, e temos de perceber todos, nós próprios no setor financeiro, que sem inovarmos não conseguimos sobreviver no mercado».

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«Os empresários agrícolos têm uma forte responsabilidade na inovação. A inovação do setor agrícola depende a sustentabilidade, financeira e ambiental», alertou Beatriz Freitas, acrescentando que esta é uma «das questões que nos deve preocupar».

Além disso, lembrou que «a inovação deve ser vista no sentido lato, em todas as frentes de negócio, desde a mecanização, passando pela organização de processos, no fundo, é preciso inovar no relacionamento e em toda a vertente de negócio».

«A inovação é um desafio e uma imperiosa necessidade para as empresas do setor primário». Foi desta forma que iniciou a sua intervenção, Carla Alves, diretora regional da DRAP Norte, lembrando a importância dessa inovação também ao nível dos mercados internacionais.

«Na agricultura do Norte, nos últimos anos, os profissionais têm sabido ultrapassar muitas dificuldades. Mas também os desafios», disse, lembrando que no topo estão as alterações climáticas, as crescentes exigências dos consumidores e ainda práticas que respeitem o meio ambiente.

«Tudo isto é essencial para ter uma produção sustentada, inovadora e cada vez mais eficiente», afirmou Carla Alves.

Por fim, sustentou que «o se espera das empresas agrícolas e do setor primário é que apostem na inovação. O Ministério da Agricultura, através do PDR2020, tem sabido apoiar as empresas nesta matéria também», finalizou.