António Saraiva é novo responsável de sustentabilidade da Syngenta para o Mediterrâneo e Turquia

António Saraiva regressa à Syngenta como Responsável de Sustentabilidade para os países do Mediterrâneo e Turquia, após seis anos de serviço na Companhia das Lezírias, a maior empresa pública agrícola de Portugal.

antonio saraiva

António Saraiva tem uma longa carreira na Syngenta, onde assumiu, entre outros, o cargo de Country Head Portugal e integrou a equipa diretiva da Syngenta na Península Ibérica, como Supply Chain Manager.

Tendo mantido o vínculo à empresa, esteve ausente em comissão de serviço na Companhia das Lezírias, entre 2012 e 2018, onde assumiu o cargo de Presidente do Conselho de Administração, tendo estado envolvido em várias iniciativas de sustentabilidade desta empresa pública.

A sua experiência profissional confere-lhe uma ampla visão e um profundo conhecimento dos novos desafios e oportunidades da Agricultura, e em particular nas áreas da Proteção das Culturas e Sementes.

Nestas novas funções e a partir de Lisboa, António Saraiva será responsável pela coordenação dos planos de Sustentabilidade de Negócio da Syngenta no Sul da Europa e trabalhará em estreita articulação com as equipas Syngenta desta área em toda a Europa e na Turquia.

«A agricultura atual enfrenta enormes desafios quer agronómicos quer de perceção dos seus valores e de aceitação por parte da sociedade. Uma contribuição interessada de todas as áreas da ciência e tecnologia é fundamental para um melhor resultado da atividade agrícola e das suas externalidades e um diálogo permanente e transparente com todos é desejável para um futuro sustentável. Após seis anos de intenso trabalho na Companhia das Lezírias, onde vivi diariamente a produção agrícola e florestal, estou muito satisfeito por regressar à Syngenta e ver que esta empresa está consciente de todos estes desafios e continua ativamente na procura das melhores soluções. A oportunidade de trabalhar na área da sustentabilidade em vários países deixa-me particularmente entusiasmado», afirma António Saraiva.